| There's a secret path I follow To a place no one can find Where I meet my perfect someone I've kept hidden in my mind Where my heart makes my decisions 'Till my dream becomes a vision And the love I feel Makes him real someday 'Cause I know he's out there somewhere Just beyond my reach Though I've never really touched him Or ever heard him speak Though we've never been together We've never been apart No we've never met Haven't found him yet But I know him by heart Am I living in an illusion? Wanting something I can't see If I compromise, I'd be living lies Pretending love's not meant to be 'Cause I know my heart's worth saving And I know that he'll be waiting So I'll hold on and I'll stay strong 'till then 'Cause I know he's out there somewhere Just beyond my reach Though I've never really touched him Or ever heard him speak Though we've never been together We've never been apart No we've never met Haven't found him yet But I know him by heart No we've never met Haven't found him yet But I know him by heart |
quarta-feira, outubro 11, 2006
Haven't found him...Am I living an illusion?
sábado, julho 22, 2006
Mulheres- Martinho da Vila
De várias idades de muitos amores Com umas até certo tempo fiquei Pra outras apenas um pouco me dei
Já tive mulheres do tipo atrevida Do tipo acanhada do tipo vivida Casada carente, solteira feliz Já tive donzela e até meretriz Mulheres cabeças e desequilibradas Mulheres confusas de guerra e de paz Mas nenhuma delas me fez tão feliz como você me faz
Procurei em todas as mulheres a felicidade Mas eu não encontrei e fiquei na saudade Foi começando bem mas tudo teve um fim
Você é o sol da minha vida a minha vontade Você não é mentira você é verdade É tudo o que um dia eu sonhei pra mim |
sábado, janeiro 21, 2006
sexta-feira, janeiro 21, 2005
Lutar
As crianças e os sorrisos
A vida
A luta constante para sobreviver
a esta solidao por mim construída
A luta constante para matar
esta minha raiva de não me compreender
Esta mágoa dentro de mim
por não saber quem sou,
o que quero,
como o farei....
...mas porquê?
Isso sei....
porque sei o que é o Amor
...e o amor é.....................
(deixo em aberto para que cada um possa tentar defini-lo como o sente)
A vida
A luta constante para sobreviver
a esta solidao por mim construída
A luta constante para matar
esta minha raiva de não me compreender
Esta mágoa dentro de mim
por não saber quem sou,
o que quero,
como o farei....
...mas porquê?
Isso sei....
porque sei o que é o Amor
...e o amor é.....................
(deixo em aberto para que cada um possa tentar defini-lo como o sente)
quinta-feira, setembro 23, 2004
Quero apaixonar-me
Onde estás?
Quem és?
Onde te posso encontrar?
Este vazio dentro de mim...
Cheira a amargura
Sabe a solidão...
Não te conheço ainda
E já sinto a tua falta...
Chego mesmo a ter dor
O meu corpo quer peso
Quer sentir os teus braços,
As tuas pernas, o teu cabelo
Quer envolver-se em ti...
Ao mesmo tempo que respiro
O ar, que acolhe o teu perfume
Controla os meus pulmões e devora o meu coração
Plena felicidade...
O meu corpo estremece
O calor, o suor
Os beijos, a tua pele...
Tenho de te sentir
Preciso disso para viver
Quero amor, desejo
Quero paixão, loucura
Quero entregar-me a ti
Quero preencher o oco, que em mim não faz sentido
Quero sentir a vida,
Quero-te
Quero-te
Quero viver!
Quero apaixonar-me!
Onde estás?
Quem és?
Onde te posso encontrar?
Este vazio dentro de mim...
Cheira a amargura
Sabe a solidão...
Não te conheço ainda
E já sinto a tua falta...
Chego mesmo a ter dor
O meu corpo quer peso
Quer sentir os teus braços,
As tuas pernas, o teu cabelo
Quer envolver-se em ti...
Ao mesmo tempo que respiro
O ar, que acolhe o teu perfume
Controla os meus pulmões e devora o meu coração
Plena felicidade...
O meu corpo estremece
O calor, o suor
Os beijos, a tua pele...
Tenho de te sentir
Preciso disso para viver
Quero amor, desejo
Quero paixão, loucura
Quero entregar-me a ti
Quero preencher o oco, que em mim não faz sentido
Quero sentir a vida,
Quero-te
Quero-te
Quero viver!
Quero apaixonar-me!
Onde estás?
domingo, setembro 19, 2004
sábado, setembro 11, 2004
A lição que mais doeu...
Há coisas que não podemos evitar.
Não podemos controlar tudo.
Nem sempre as coisas acontecem como tinhamos previsto...
...pior como tinhamos planeado.
A dor é grande...
eu sei...
Mudou? Porquê?
Se há lágrimas que cortam as peles lisas do meu pescoço,
são as minhas
Se há lágrimas que esfaqueiam o perfume pálido que uso,
são as minhas
Mas porquê?
Se tudo estava tão bem até agora...
Se tudo estava tão bem até agora...
Porquê mudar, porquê virar o disco agora??
Hoje sinto-me como um vidro feito de cal
Não me toquem...
Não devem...
Não podem...
As faíscas alaranjadas
Os focos prateados e com pequenos fios de ouro
Queimam, matam, sufocam
A bonaca de trapos desfez-se
O azul da tampa amoleceu
E o vermelho das canetas escorregou
Que vem a ser isto?
Qual é a lógica?
Mudou?Não, claro que não
Continuo dura, rígida...
Quanto mais fria melhor!
são as minhas
Se há lágrimas que esfaqueiam o perfume pálido que uso,
são as minhas
Mas porquê?
Se tudo estava tão bem até agora...
Se tudo estava tão bem até agora...
Porquê mudar, porquê virar o disco agora??
Hoje sinto-me como um vidro feito de cal
Não me toquem...
Não devem...
Não podem...
As faíscas alaranjadas
Os focos prateados e com pequenos fios de ouro
Queimam, matam, sufocam
A bonaca de trapos desfez-se
O azul da tampa amoleceu
E o vermelho das canetas escorregou
Que vem a ser isto?
Qual é a lógica?
Mudou?Não, claro que não
Continuo dura, rígida...
Quanto mais fria melhor!
quarta-feira, setembro 08, 2004
Queria...
Queria pôr o meu abraço dourado,
enfeitiçado pelos raios de sol enfastiados,
Junto do teu transparente corpo
de onde há muito tempo foram apartados
*
Queria oferecer-te o escarlate dos meus lábios
O caramelo dos meus olhos
Mostrar toda a pureza do meu corpo
diante dos teus focos
*
Queria conseguir conhecer-te
Queria conseguir decifrar-te
Queria conseguir encantar-te
No entanto só consigo imaginar-te
*
Queria buscar em ti aquele espanto
que põe todo o meu corpo prateado
Queria buscar em ti aquele beijo
que coloca todo o meu coração agitado
*
Enfim…
Queria colorir a lua
como nunca me atrevi
Queria enfeitar as estrelas
como nunca te enfeitei a ti
Eu e Ele
É nos momentos de solidão, que penso nele,
quando estou só
E no silêncio, não ouço nada mais
do que as lágrimas de uma imensa tristeza,
que murmuram o seu nome.
Sinto-me enterrada.
Tudo que é nada,
Parecia-me ser alguma coisa!
Até parece uma piada!
O amor, o desejo, a felicidade,
que no meu pensamento reflectiam,
No dele não passavam de simples
rajadas de vento!
Foi tudo uma ilusão!
Não foi comigo que ele sonhou
Não foi de mim que ele se lembrou
Apenas uns minutos…me desejou
Não é por mim que ele chora
Não é por mim que ele implora
Não é a mim que ele quer…
Mas…
Dentro de mim,
Dentro do meu mundo,
É so a mim que ele tem!
quando estou só
E no silêncio, não ouço nada mais
do que as lágrimas de uma imensa tristeza,
que murmuram o seu nome.
Sinto-me enterrada.
Tudo que é nada,
Parecia-me ser alguma coisa!
Até parece uma piada!
O amor, o desejo, a felicidade,
que no meu pensamento reflectiam,
No dele não passavam de simples
rajadas de vento!
Foi tudo uma ilusão!
Não foi comigo que ele sonhou
Não foi de mim que ele se lembrou
Apenas uns minutos…me desejou
Não é por mim que ele chora
Não é por mim que ele implora
Não é a mim que ele quer…
Mas…
Dentro de mim,
Dentro do meu mundo,
É so a mim que ele tem!
Aqui, longe de ti
Aqui, longe de ti
Sinto como te tornas importante
É notória a tua ausência
Incomoda-me o silêncio da tua voz
Perturba-me o ar sem o teu perfume
Dói-me o corpo por não sentir o teu
Volta
Eu irei ao teu encontro
Volta
Eu estarei a meio do caminho
Esperando teus passos ouvir
Fecho as pálpebras pálidas
como se das asas de um anjo se tratasse
Os meus lábios de veludo rosados e secos
desenham sonhos pelo ar
Bendito é o beijo da tua boca
Bendito é o sorriso da tua face
Bendita é a tua alma fácil de expressar
Bendito é o teu coração fácil de amar
Repito
Volta
Eu irei ao teu encontro
Volta
Eu estarei a meio do caminho
Esperando tua voz ouvir
Talvez novos rios farão de nós
novamente margens opostas
Mas…pelo menos
A Lua voltarei a ver ao teu lado
e o teu corpo abraçar,
tua pele sentir
teus cabelos tocar
e a ti, minha vida,Meu grande amor dar
Tu
Tu és a pessoa que eu amo,
A pessoa a quem todo o meu
amor corresponde
Todos os teus sorrisos
e todas as tuas lágrimas
serão reconfortadas por mim
Os teus lábios,
cujo eu acaricio com os meus
lembram-me a paz
São puros, macios e suaves
Como te amo,
Um simples olhar
ou simplesmente tocar em ti,
É como sentir que os teus lençóis são os meus
e que a tua alma é a minha!
O sorriso da palavra
Por entre a chuva
Os raios de sol procuram a cor
Por entre a noite
A Lua venera o ser
Os números encaixam-se com letras
E fazem a água
O puro da alma,
A chave do cérebro
E a seta do coração
Caíram-me das mãos
A paciência do cancro
E a identidade do X desapareceram
A capela do azul escorregou-me
E agora
O sorriso da palavra enfeitiçou-me
O que fazer?
O que fazer?
Já Eça de Queiroz o dizia…
Não, para quê?
Viver onde o preto se confunde no branco
O amarelo desaparece como vermelho de fogo
Que sensação de enjoo
Que introdução infeliz
Diabos! Infelicidade
Onde vivo, será sempre assim?
Passa pela história do corredor,
Comprido, longo e sem fim
Apenas avistando a luz confinada cor de terra batida…
Sempre, ou talvez nem sempre, desejei azul…
Azul, mar…poderia exprimir-me à vontade
Poderia descer molhadinha por toda aquela gentinha
Porém, não, não me foi permitido
Tenho a cor da laranja ou talvez do diospiro quando muito maduro
E nem por isso me apareceu esta cor sozinha
O cimento veio junto
E agora são de duas cores
E eu que só pedia azul!
Não teve coragem, porquê?
Não entendo…ou entendo! Não, não entendo…
Vá lá… interrompe essa viagem sem fim
Essa viagem que fazes obrigado (ou não)
Não está assim tão longe o azul…tu até já estás no mar!!!!
Confiava em ti para revoltar…
Esta parvóide onde vivemos
Depende…não depende, mas podia ser empurrado por ti
Não voltes as costas
Posso continuar? Isto foi apenas uns parênteses!...
Já Eça de Queiroz o dizia…
Não, para quê?
Viver onde o preto se confunde no branco
O amarelo desaparece como vermelho de fogo
Que sensação de enjoo
Que introdução infeliz
Diabos! Infelicidade
Onde vivo, será sempre assim?
Passa pela história do corredor,
Comprido, longo e sem fim
Apenas avistando a luz confinada cor de terra batida…
Sempre, ou talvez nem sempre, desejei azul…
Azul, mar…poderia exprimir-me à vontade
Poderia descer molhadinha por toda aquela gentinha
Porém, não, não me foi permitido
Tenho a cor da laranja ou talvez do diospiro quando muito maduro
E nem por isso me apareceu esta cor sozinha
O cimento veio junto
E agora são de duas cores
E eu que só pedia azul!
Não teve coragem, porquê?
Não entendo…ou entendo! Não, não entendo…
Vá lá… interrompe essa viagem sem fim
Essa viagem que fazes obrigado (ou não)
Não está assim tão longe o azul…tu até já estás no mar!!!!
Confiava em ti para revoltar…
Esta parvóide onde vivemos
Depende…não depende, mas podia ser empurrado por ti
Não voltes as costas
Posso continuar? Isto foi apenas uns parênteses!...
Refugio
Sinto o ar na cara
E só me apetece chorar
Penso em todos os problemas
E só peço paz
Quero estar aqui
Agora e para sempre!
Sinto o vento na cara
E corta-me a pele
Os meus lábios ficam secos
E os meus olhos cheios de água
Quero estar aqui
Aqui sinto segurança
só me apetece chorar…
E só me apetece chorar
Penso em todos os problemas
E só peço paz
Quero estar aqui
Agora e para sempre!
Sinto o vento na cara
E corta-me a pele
Os meus lábios ficam secos
E os meus olhos cheios de água
Quero estar aqui
Aqui sinto segurança
só me apetece chorar…
Conforto
Neste momento eu só queria estar contigo
Porque estou a chorar
E tu não me irias compreender
E isso magoava-me
E eu aprendia
Sofrendo
só me tenho a mim
Porque estou a chorar
E tu não me irias compreender
E isso magoava-me
E eu aprendia
Sofrendo
só me tenho a mim
terça-feira, setembro 07, 2004
O poema de Outubro de 1999
E quando no céu de petalas perfumado
viu a núvem o anjo pálido e rosado
embarcaram nas águas límpidas e salgadas
as vidas felizes que tanto tempo
foram isoladas
*
Não digo não ao sermão
Nem sim às ideias
e agora falando por um "eu"
digo: "eu não tenho medo"
*
Gira e paira a flor do norte
dos ventos celestes nascem os sois
as uvas, o néctar e os cedros
que tanto vão como vêm, sendo
pequenas particulas do meu mundo
*
Mas, nem por isso desespero
águas mais mortíferas passaram
e minha parede de combate não baixou
*
Só com raios de sol
e as gotas cristalinas da chuva
é q consigo ver a riquesa dos meus olhos,
a pobreza dos teus e a piedade dos delas.
viu a núvem o anjo pálido e rosado
embarcaram nas águas límpidas e salgadas
as vidas felizes que tanto tempo
foram isoladas
*
Não digo não ao sermão
Nem sim às ideias
e agora falando por um "eu"
digo: "eu não tenho medo"
*
Gira e paira a flor do norte
dos ventos celestes nascem os sois
as uvas, o néctar e os cedros
que tanto vão como vêm, sendo
pequenas particulas do meu mundo
*
Mas, nem por isso desespero
águas mais mortíferas passaram
e minha parede de combate não baixou
*
Só com raios de sol
e as gotas cristalinas da chuva
é q consigo ver a riquesa dos meus olhos,
a pobreza dos teus e a piedade dos delas.
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